Professor Adalberto questiona situação do cemitério e obras paradas em Artur Nogueira

Entre as cobranças do vereador, está a aquisição de um terreno para a construção de um novo cemitério, já que as vagas do local atual estão se esgotando.

Por: Correio Nogueirense
28/04/2020

Na tarde desta segunda-feira (27), aconteceu a 9ª sessão ordinária da Câmara Municipal de Artur Nogueira. A sessão foi marcada logo em seguida da 8ª. As duas sessões aconteceram no mesmo dia por conta de adiamentos anteriores, decorrente da pandemia do novo Coronavírus.

Durante a fala livre, o edil Adalberto Di Lábio (PSD), comentou sobre o antigo problema e que ainda não foi resolvido, que é o cemitério. De acordo com o vereador, o problema está longe de ser resolvido.

“No ano passado, nós discutimos muito sobre o cemitério, rejeitamos uma proposta do município, entendemos que ela não era boa e esperávamos uma contraproposta. Ela não aconteceu, hoje continuamos criando vagas no cemitério, onde não eram vagas, os senhores sabem da situação que se passa pelo local e isso tem nos trazido uma preocupação muito grande. Em algumas sessões anteriores já fiz essa pergunta e volto a fazer, está sendo pesquisada alguma área? Por que sei que o processo é longo para se instalar um cemitério, não é prático, mas parece que estão esperando esgotar todas as possibilidades de sepultar alguém para transferir alguma responsabilidade”, declarou professor Adalberto.

Outra obra inacabada que o vereador Adalberto Di Lábio também comentou foi a ETE Stocco. “A ETE Stocco, que o nobre vereador Davi Fernandes fez o requerimento, discutimos muito no ano passado. Estava revendo matérias este final de semana, tem matérias que o governo disse que faltavam dez por cento das obras para a conclusão da ETE Stocco. Então, quer dizer que noventa por cento estavam concluídas, mas a ETE Stocco continua lá, o vereador Cristiano (da Farmácia) trouxe algum avanço, aparelhagem nova, mas não está funcionando. O que é que está faltando senhor prefeito? Por que hoje, cem por cento da cidade que paga a água, paga cem por cento de tratamento de esgoto, se paga cem por cento e é tratado menos de quarenta. Alguém está sendo defraudado, para eu não usar outra palavra. Há uma ilegalidade”.

Foto: Asscom

O vereador também comentou sobre as obras no CRAS, que começou em 2016, na gestão Celso Capato e ainda não terminou. “Sempre fazendo referência a estudos passados. CRAS, entre Carolina e Egídio Tagliari. Essa obra começou em 2016, na gestão passada, era para terminar em 2017, houve o problema com a empresa que estava tocando a obra, estava envolvida em problemas de corrupção de contratos que estourou no Brasil todo. Com isso, a empresa havia terceirizado a obra, ela perdeu por descumprir o contrato, foi aberto outro prazo, feita outra licitação, retomada a obra, mas a obra está abandonada. Isso é fato, fui a obra, e ela está parada. Pedi para cortar o mato há alguns dias, limparam, fizeram tudo certinho, mas a obra está largada e a prefeitura pagando aluguel na quinze de novembro para o CRAS”.

Para encerrar sobre as obras inacabadas, o vereador do PSD comentou sobre a Unidade de pronto atendimento que foi derrubada para que fosse construída uma praça. “A Unidade de pronto atendimento que deveria ter sido construída lá nos Trabalhadores, os senhores devem estar lembrados que fiz um requerimento do porque foi demolida aquela obra. Foi feito um laudo, assinado pelos engenheiros da prefeitura, laudo que contestei, mas não sou engenheiro. O laudo dizia que a obra trazia riscos, a vizinhança dizia que os riscos eram os usuários de drogas e animais peçonhentos. Com isso, foram com a máquina lá e derrubaram o prédio porque ofereciam riscos. Foi falado que ia se fazer uma praça e que ficaria a coisa mais linda. Tem alguns vereadores que normalmente passam por lá, os que não passam pelo local, passem hoje, tire uma foto e veja como está a situação de abandono do prédio”, finalizou.

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